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Silvio Alexandre Porto
Silvio Alexandre Porto
Comentário · mês passado
Nada contra utilizar um rash para descrever créditos e débitos, mas sugiro que atentem para os princípios. O sistema bancário convencional em si já é problemático e a experiência tem mostrado que, em quase regra, é gerido por irresponsáveis tanto na esfera pública quanto na privada. Agora imagine um sistema onde alguém que ninguém sabe ao certo quem o propôs, talvez qualquer um em N... chegou e o colocou na mesa e as pessoas começaram a comprar espaços nesse rash, ou pior ainda, a "descobri-los" e tomar como seus. Quando os portugueses chegaram em terras brasileiras e fizeram as capitanias hereditárias, mas mesmo para aqueles nobres que as obtiveram as terras em si tinham pouco preço pois tinha que vencer algumas dificuldades. Mas eram terras e não um espaço numérico que não tem outro fim a não ser "moeda", ou seja, tinham valor! Reduzindo o problema e tratando o espaço que antes era mapeado por um rash para um vetor (array) de dez elementos, que pela sua natureza discreta simplifica a visualização do que está sendo efetivamente feito, chamemos a esse sistema hipotético de dacueba. Para quem não conhece computação imagine 10 endereços numéricos de 1 a 10, e a cada um desses atribua zero ou nenhuma referência a um proprietário, por exemplo: [1] = ninguém [2] = ninguém [3] = john doe [4] = ninguém [5] = john doe [6] = ninguém [7] = ninguém [8] = ninguém [9] = ninguém [10] = ninguém Imaginando que "john doe" seja o "zé ninguém" que apareceu com o sistema, extremamente bem definido por sinal, reservou sua parte, e sumiu na multidão como efetivamente foi feito no caso do bitcoin. Agora imagine que alguém diga que você tem duas formas de adquirir posições nesse array, são elas: 1) comprando de alguém que já tem; 2) procurando exaustivamente por uma que ainda não está ocupada (mineração). Num primeiro momento, antes de alguém fazer um for (i = 1; i <= 10; i++) {if (dacueba[i] == ninguém) dacueba[i] = meu;}, se alguém tentar comprar de john doe não aceitará pagar muito, pois é mais fácil obter se apropriando. Mas, depois é oferta e procura.... mas pelo quê? Posições num vetor. Não há um bem de verdade por trás representado por isto, ou seja é algo extremamente artificial. E na hora que o sistema dacueba ficar muito grande, como será? Achará bom? Talvez funcionará bem até que acabe a dança das cadeiras e não tenha mais ninguém para negociar dentro dele. Então ao "vencedor" (que jogou os seus ativos nele nisto) as batatas! Digamos que usassem o mesmo algorítimo que gerencia o blockchain, que me parece bom, num outro sistema de rede de riquezas onde 10 pessoas comecem com 100 mil reais cada, ficando 1/10 do array para cada uma, me pareceria mais razoável. No futuro, se alguém quizesse entrar na rede teria de comprar partes do pessoal que está dentro de acordo com o estado inicial do sistema, ou seja, digamos que tivesse começado em 2003 para investimento imobiliário onde esse milhão hoje estaria valendo até 20 ou 30 vezes mais. Então, para juntar 10% do sistema, o novo indivíduo deveria comprar dos demais subcotas que somariam uns 3 milhões de reais.
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